Aprender a partir de projetos

18/08/2019 10:06
Uma das formas de aprender que mais têm despertado a atenção de educadores e jovens é aquela que se dá a partir da execução de um projeto. Ela pode ser denominada de muitas maneiras, o mais comum é que se diga “aprendizagem baseada em projetos” ou “aprendizagem por projetos”. Parece simples, e é. Esse é um modelo de aprendizagem onde a aquisição de conhecimentos é mobilizada pelo esforço de todos os envolvidos em resolver um problema específico que têm em comum. Trabalhar em conjunto para encontrar e viabilizar uma solução que beneficiará a todos os participantes e que exige, no processo, a conquista de conhecimentos que o grupo ainda não detém, daí seu valor educacional.
Para trabalhar com essa metodologia é importante que os responsáveis estejam familiarizados com as boas práticas de gerenciamento de projetos. Um projeto deve ter objetivos claros e concretos, sempre em evidência durante todo o processo. Um cronograma de trabalho bem definido, a partir do conjunto de atividades necessárias para se alcançar os objetivos estabelecidos (que é o escopo do projeto). A divisão de tarefas e responsabilidades entre todos os participantes. Um conjunto de recursos humanos, infra-estruturais, financeiros, previamente definidos e que garantam a realização do projeto. Uma dinâmica de trabalho e de avaliação permanentes, durante todo o ciclo de vida do projeto, que permita ajustes e melhorias na equipe e nos resultados. Um projeto tem começo, meio e fim e resultados para compartilhar.
Quando aplicada à educação, a metodologia de gerenciamento de projetos parte dos mesmos princípios de quando é utilizada, por exemplo, na construção civil. A diferença é o que se busca. Na educação o resultado alcançado sempre será acompanhado de um bônus de aquisição coletiva de conhecimento no processo, quando estudantes e professores se esforçaram para se preparar intelectualmente para enfrentar os desafios encontrados pelo caminho. 
É importante para o educador ter clareza e entender que o que mobiliza a aprendizagem por projetos não é um tema e sim um problema. Um problema real, que envolva o ambiente da escola ou da comunidade no entorno, onde vivem os estudantes. Portanto, que possa ser claramente percebido por todos. Que dê sentido e importância ao que se vai aprender. O melhor é que o problema seja identificado coletivamente, a partir de conversas com os envolvidos, de forma participativa e inclusiva, pois todos os participantes devem se sentir beneficiados pela solução do problema que move o projeto. Todo o mais, o conteúdo curricular, as aulas, as pesquisas, são parte da solução do problema sem lhe roubar a importância.
Pensar a educação desse modo exige grande desprendimento de todos os profissionais da escola. Nessa perspectiva de aprendizagem, predomina o coletivo, o transdisciplinar, a avaliação permanente de todos os envolvidos, a gestão compartilhada dos recursos, menos hierarquia e mais protagonismo dos estudantes. Todos são aspectos que confrontam o modo habitual de organização da escola de ensino tradicional e que têm trazido resultados destacáveis e um grande sentimento de realização a quem os adota. Vale a pena experimentar, sem medo!
Uma das formas de aprender que mais têm despertado a atenção de educadores e jovens é aquela que se dá a partir da execução de um projeto. Ela pode ser denominada de muitas maneiras, o mais comum é que se diga “aprendizagem baseada em projetos” ou “aprendizagem por projetos”. 
 
Parece simples, e é. Esse é um modelo de aprendizagem onde a aquisição de conhecimentos é mobilizada pelo esforço de todos os envolvidos em resolver um problema específico que têm em comum. Trabalhar em conjunto para encontrar e viabilizar uma solução que beneficiará a todos os participantes e que exige, no processo, a conquista de conhecimentos que o grupo ainda não detém, competências a serem formadas, daí seu valor educacional.
 
Para trabalhar com essa metodologia é importante que os responsáveis estejam familiarizados com as boas práticas de gerenciamento de projetos. Um projeto deve ter objetivos claros e concretos, sempre em evidência durante todo o processo. Um cronograma de trabalho bem definido, a partir do conjunto de atividades necessárias para se alcançar os objetivos estabelecidos (que é o escopo do projeto). A divisão de tarefas e responsabilidades entre todos os participantes. Um conjunto de recursos humanos, infra-estruturais, financeiros, previamente definidos e que garantam a realização do projeto. Uma dinâmica de trabalho e de avaliação permanentes, durante todo o ciclo de vida do projeto, que permita ajustes e melhorias na equipe e nos resultados. Um projeto tem começo, meio e fim e resultados para compartilhar.
 
Quando aplicada à educação, a metodologia de gerenciamento de projetos parte dos mesmos princípios de quando é utilizada, por exemplo, na construção civil. A diferença é o que se busca. Na educação o resultado alcançado sempre será acompanhado de um bônus de aquisição coletiva de conhecimento no processo, quando estudantes e professores se esforçaram para se preparar intelectualmente para enfrentar os desafios encontrados pelo caminho. 
 
É importante para o educador ter clareza e entender que o que mobiliza a aprendizagem por projetos não é um tema e sim um problema. Um problema real, que envolva o ambiente da escola ou da comunidade no entorno, onde vivem os estudantes. Portanto, que possa ser claramente percebido por todos. Que dê sentido e importância ao que se vai aprender. O melhor é que o problema seja identificado coletivamente, a partir de conversas com os envolvidos, de forma participativa e inclusiva, pois todos os participantes devem se sentir beneficiados pela solução do problema que move o projeto. Todo o mais, o conteúdo curricular, as aulas, as pesquisas, são parte da solução do problema sem lhe roubar a importância.
 
Pensar a educação desse modo exige grande desprendimento de todos os profissionais da escola. Nessa perspectiva de aprendizagem, predomina o coletivo, o transdisciplinar, a avaliação permanente de todos os envolvidos, a gestão compartilhada dos recursos, menos hierarquia e mais protagonismo dos estudantes. Todos são aspectos que confrontam o modo habitual de organização da escola de ensino tradicional e que têm trazido resultados destacáveis e um grande sentimento de realização a quem os adota. Vale a pena experimentar, sem medo!
 

 

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